Empresa baseada no País de Gales desenvolve o primeiro relógio para controle da glicemia, um mecanismo não invasivo para diabéticos.

Os smartwatches, ou relógios inteligentes, são um acessório cada vez mais popular entre as pessoas e pesquisadores da área de saúde estão muito perto de utilizar essa tecnologia para criar um mecanismo pioneiro e inovador para o controle da diabetes. O dispositivo, denominado de Afon, pode chegar logo ao mercado e promete ser o primeiro a medir o nível de glicose no sangue em tempo real e de forma não invasiva, podendo ser utilizado de forma conveniente, no pulso, como um relógio comum.

Pesquisas clínicas realizadas sobre o mecanismo, apontam que o produto tem alto potencial benéfico no alerta aos usuários em relação aos níveis de glicose altos e baixos. O principal pesquisador, da Faculdade de Medicina da Universidade de Amsterdã, comentou que “Avaliamos o dispositivo Afon em condições hiper e hipoglicêmicas durante os testes clínicos e ficamos surpresos e entusiasmados com as possibilidades desta tecnologia”.

O próximo estágio do desenvolvimento é dar continuidade às pesquisas clínicas junto a desenvolvedores. Estima-se que o dispositivo pode ser disponibilizado comercialmente já no próximo ano.

A empresa por trás da tecnologia

O Afon foi criado pela Afon Technology, com base no País de Gales e cujo CEO, Sabih Chaudry, comentou que “Nossa força-tarefa de especialistas é de classe mundial e, juntos, estamos orgulhosos de desenvolver uma inovação global. Nossos recentes testes clínicos foram muito bons e estamos entusiasmados em levar este dispositivo, que é a próxima grande novidade na tecnologia da diabetes, para as pessoas, em breve”.

“A diabetes pode ser uma limitação incrível na vida de alguém, mas acreditamos que criamos um dispositivo que proporcionará a maravilhosa sensação de liberdade em forma de um relógio de pulso”, complementa o CEO. A tecnologia relacionada à diabetes evoluiu de forma importante ao longo dos últimos anos, possibilitando que muitas pessoas convivam com a condição e tenham mais qualidade de vida.

Fonte: ANAD

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