Denominada de Vigitel Covid-19, a pesquisa telefônica está ouvindo pessoas com 18 anos ou mais de todo o país, a fim de auxiliar a pasta de planejamento de ações e programas de combate ao vírus.

O Ministério da Saúde decidiu avaliar as práticas preventivas e condições de saúde da população brasileira diante da pandemia da Covid-19. A pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Covid-19) foi iniciada no dia 1º de abril, por telefone celular, com pessoas de 18 anos ou mais, em todas as capitais do país.

A intenção é de que os resultados da pesquisa auxiliem o Ministério da Saúde a planejar ações e programas de saúde visando reduzir os casos de agravamento da infecção pelo coronavírus. As questões envolvem os comportamentos adotados ou não pela população na prevenção da doença, os meios de comunicação pelos quais obtém informações, entre outras questões.

As ligações são efetuadas em horários e dias diferentes, incluindo sábados, no período noturno, até 21h e se estendem por todo o mês de abril. Os números de telefone são sorteados aleatoriamente, por meio de sorteio garantido, de forma a ter uma amostra representativa de toda a população. Na pesquisa, são questionadas informações apenas sobre idade, gênero, escolaridade e raça/cor, a fim de contribuir para a distribuição sociodemográfica dos resultados. Dados como CFP, RG e informações bancárias não fazem parte da pesquisa.

O Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) compõe as ações do Ministério da Saúde para a estruturação da vigilância de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no país. A pesquisa é realizada desde 2006, e é considerada a mais sustentável dentre todas as pesquisas já realizadas pela saúde pública no país.

 Fonte: Ministério da Saúde

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