Segundo informações oficiais, o país não passa por desabastecimento de alimentos, portanto, é importante ter cautela nas compras e estocagem.

A ministra Tereza Cristina disse, em coletiva de imprensa, no dia 1º de abril, que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), está trabalhando, desde o início da pandemia de coronavírus no país para assegurar o abastecimento, isto é, a produção e distribuição de alimentos no Brasil e, portanto, até o momento, afirmou desconhecer notícias de falta de alimentos em qualquer região.

“Hoje nós temos no Brasil o abastecimento em todas as capitais e todas as cidades, não temos nenhuma notícia de que esteja faltando qualquer tipo de alimento nas prateleiras dos supermercados, das vendas. Essa é a missão hoje do Ministério”, disse a ministra.

Afirmou ainda que o Mapa está preocupado com a situação de pequenos produtores, oferecendo orientações às associações e empresas para esclarecer dúvidas e garantir a segurança dos trabalhadores do setor. Em outro ponto, disse que trabalha em parceria com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para assegurar o transporte dos produtos do setor agropecuário.

“Precisamos dessa categoria para que os alimentos saiam de dentro das porteiras, cheguem nos armazéns e depois se encaminhem para as fábricas, para as agroindústrias de transformação e se transformem em alimentos e cheguem até as prateleiras dos supermercados para que a gente dê tranquilidade aos brasileiros, para que não se tenha tumulto. Isso graças a Deus vem acontecendo”, apontou.

Tereza Cristina ressaltou a importância dos produtores rurais neste momento do país, afirmando:

“Temos os médicos, que fazem o trabalho na ponta, de cuidar dos doentes, e temos os produtores que estão produzindo e temos que fazer distribuição para que esses alimentos cheguem nos supermercado para que população que está em casa hoje tenha tranquilidade quando precisar de alimentos, as prateleiras estejam abastecidas”.

Comentou também que o Mapa está monitorando o valor dos alimentos e justificou que podem sofrer variações semanais devido a questões logísticas. “Temos verificado, acompanhado, mas vamos ter que ter muita calma nessa hora. O que temos feito é checado se realmente existe falta para ter essa subida de preços ou não, em um gabinete de acompanhamento que o Ministério montou”, finaliza.

Portanto, até o momento não existe evidência de desabastecimento de itens básicos, portanto, oriente seu paciente sobre ter cautela ao adquirir esses produtos para estocagem, já que esse tipo de atitude pode levar ao desabastecimento.

Fonte: Governo Federal

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