Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) publicou, dia 18, resolução que autoriza o atendimento não presencial em nutrição a fim contribuir para a prevenção do coronavírus.

Como você viu aqui na Revista Nutri On-Line, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou estado de pandemia devido ao avanço do coronavírus (SARS-CoV-2) no Brasil. Diante deste cenário, o CFN publicou a Resolução CFN nº 646, de 18 de março de 2020, que autoriza, excepcionalmente, até o dia 31 de agosto de 2020, a prestação de assistência nutricional por meio não presencial.

Embora o isolamento social seja uma necessidade pela saúde e segurança de todos neste momento, o órgão regulatório também pondera sobre a necessidade de continuidade na prestação da assistência nutricional por parte dos profissionais.

Por esse motivo, preparamos esse post com 5 dicas para lhe ajudar a prestar assistência nutricional com excelência ao seu paciente durante este período. Confira!

 

1 – Prepare um documento de orientação

Quando se está à distância, é ainda mais importante oferecer um ponto de apoio ao paciente. Por isso, monte algumas apresentações de Power Point personalizadas com orientações e dicas gerais para distribuir aos seus pacientes. Aproveite esse documento para esclarecer dúvidas mais recorrentes, assim você oferece um suporte ao paciente sem que ele precise entrar em contato com dúvidas mínimas, mas, lembre-se que é importante se disponibilizar a manter contato com o paciente depois da consulta.

 

2 – Uma consulta normal

Pense em todos os passos de uma consulta presencial, anote se for necessário e tente, na medida do possível, colocar tudo em prática na consulta virtual. Salvo as limitações das avaliações físicas, encare a consulta à distância como uma conversa normal com o seu paciente. Aproveite e crie planos e pacotes especiais para atendimento on-line, torne suas condições atrativas ao paciente.

 

3 – Escolha a plataforma com sabedoria

Para realizar um bom atendimento à distância, é preciso ter um computador com webcam e microfone, o que também é necessário ao paciente, e uma conexão de velocidade razoável com a internet. Neste caso, o Skype, Hangout ou mesmo o WhatsApp atendem bem à demanda, mas existem uma variedade de outros aplicativos para escolher. Vale disponibilizar o atendimento através de, pelo menos, duas plataformas diferentes, prefira as mais populares, assim terá mais chances de que mesmo os pacientes que não são hard users consigam acessá-las.

 

4 – Empatia e humanização

Lembre-se de que, apesar de tudo, o cenário de pandemia gera fragilidades emocionais, pode desencadear crises de ansiedade, entre outros estados que podem impactar o paciente. Portanto, nesse momento é hora de redobrar a humanização e praticar a empatia, entender o seu paciente e o momento dele e prestar assistência nutricional compatível à situação.

 

5 – Preste um bom pós-atendimento

Mais do que uma boa consulta, aproxime-se do seu paciente, crie um relacionamento. Nesse sentido, o pós-atendimento é fundamental, então disponibilize canais para que ele entre em contato ou, melhor, tome a iniciativa, procure saber como vão as coisas depois de alguns dias, faça um breve acompanhamento antes do retorno. Isso demonstra interesse efetivo em ajudá-lo pessoalmente e, além de fidelizá-lo, pode ser uma alavanca para que alcance os resultados que busca.

 

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