Grandes redes mundiais, como Carrefour, Grupo Pão de Açúcar e Wal-Mart, são as principais players do varejo que investem cada vez mais na causa verde, com estruturas sustentáveis que podem servir de exemplo para o mercado.

A sustentabilidade deixa de ser uma moda para se tornar uma realidade refletida em iniciativas em prol do meio ambiente que são executadas e divulgadas por diversas empresas, atuantes nos mais diversos setores e tais iniciativas ganham cada vez mais espaço no varejo. Quanto mais contato tomam com o consumiro, mais as empresas sentem, na prática, a necessidade de mostrar o que estão fazendo para preservar o planeta e os recursos naturais.

De estabelecimentos sustentáveis até ações de reciclagem nas lojas, o varejo mostra-se preparado para reverter a imagem que gera desconfiança nos consumidores em relação ao seu posicionamento sustentável, sobretudo no Brasil. Além das companhias mais tradicionais do setor, outras empresas desenvolvem projetos que contribuem na preservação do meio ambiente, como carrinhos de compra fabricados à base de nylon e plástico reciclável, e notas fiscais eletrônicas.

O Grupo Pão de Açúcar mostra seu engajamento na causa verde e colhe frutos, inclusive financeiros das ações, como uma “loja verde” inaugurada em São Paulo. Seguindo a mesma linha, o McDonald’s, anunciou o lançamento do primeiro restaurante verde da América Latina. O cenário reacende as esperanças de que essas gigantes do mercado estão, efetivamente, buscando alternativas para proteger a natureza e a humanidade.

O Wal-Mart também entrou na esteira do varejo verde e inaugurou o primeiro hipermercado ecoeficiente no Brasil, mais uma das iniciativas de seu programa de sustentabilidade mundial. Há três anos a rede varejista emprega iniciativas sustentáveis implementadas nas lojas, contudo, o ponto de venda Campinho promete reunir o maior número dessas iniciativas em um só lugar.

A redução de embalagens, a economia de energia e a reciclagem são algumas das principais iniciativas do varejo verde. Contudo, um dos principais desafios dessa nova atitude é de que essas redes do varejo se comuniquem com o consumidor e tenham transparência quanto ao impacto ambiental por elas causado, tomando reais atitudes para reduzir os efeitos de sua ação.

Solitaire Townsend, co-fundadora da Futerra, agência internacional de comunicação com foco em sustentabilidade, aponta que esse processo de conscientização levará mais tempo do que se imagina e, sobretudo, ressalta que:

“O que as empresas não podem fazer é maquiar o problema com outras ações sustentáveis que não resolverão o problema causado”.

 

Fonte: Mundo do Marketing

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