Duas amostras de cacau brasileiro, uma originária do Pará e outra da Bahia, estão entre as 50 finalistas do Programa Cacau de Excelência (CoEx 2019), que premiará as melhores amêndoas entre os países produtores do fruto no mundo.

O objetivo do CoEx é de reconhecer e valorizar a produção cacaueira de alta qualidade, com valorização da diversidade de sabores e diferentes origens. O prêmio ainda promove educação ao longo da cadeia de valor do cacau a fim de estimular a produção de alta qualidade, bem como a preservação dos sabores que resultam da diversidade genética.

Além disso, tem como objetivo facilitar a comunicação e construir vínculos entre os produtos de cacau, as cadeias de abastecimento e as oportunidades de mercado. A seleção das amostrar brasileiras para concorrer ao prêmio, foi feita pela Comissão do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em parceria como Centro de Inovação do Cacau (CIC).

De início, oito amostras dos maiores produtores brasileiros foram apresentadas – cinco da Bahia, duas do Pará e uma do Espírito Santo. Em Paris, porém, foram selecionadas duas para concorrer à premiação final. As finalistas já estão entre as 50 melhores amostras do mundo.

A Ceplac foi representada pela pesquisadora Neyde Alice Bello, coordenadora do programa no Brasil há dez anos. Enquanto o estado do Pará foi representado pela superindentende da Supam/Ceplac, Maria Goreti da Fonseca Gomes, que forma a maior delegação do evento, incluindo produtores premiados com as melhores amêndoas do estado, bem como produtores de chocolates vencedores do Festival Internacional do Chocolate/2019, que aconteceu em Belém e teve apoio do Fundo de Desenvolvimento da Cacauicultura do Pará (Funcacau).

Este ano a E4 lançou o livro “Cacau – da Agrofloresta à Mesa”, em que homenageia este rico e importante fruto no Brasil. Veja aqui a matéria!

 

Fonte: Ministério da Agricultura

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