Para o nutricionista, se torna uma prática cada vez mais comum indicar aos pacientes alimentos orgânicos, pois sabe-se dos benefícios de consumir estes produtos livres de agrotóxicos, transgênicos e insumos artificiais.

Mas muitos consumidores ainda ficam em dúvida sobre o que, de fato são e, especialmente, como reconhecê-los e certificar-se de que estão, efetivamente consumindo um produto orgânico.

Para esclarecer a esta dúvida, primeiramente, vale reforçar que os alimentos orgânicos, além de livres de agrotóxicos, transgênicos e aditivos químicos, passam por processos produtivos que prezam pela conservação dos recursos naturais e promovem também o incremento da biodiversidade.

Além de estimular seus pacientes a consumir estes alimentos, abordando sobre seus benefícios à saúde e ao meio ambiente, é importante, também, que o profissional de saúde saiba orientá-los sobre como identificá-los.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para isso, vale saber que produtos orgânicos, sejam nacionais ou importados, precisam passar por certificação no Brasil, por empresas que sejam credenciadas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e apresentar o Selo Oficial no produto ou espaço de venda. Produtos comercializados diretamente ao consumidor final, no caso da agricultura familiar, devem vir de grupos organizados e vinculados à organização de controle social cadastrada no MAPA. Estes são isentos de certificação, mas devem apresentar, no ponto de venda, a Declaração de Cadastro.

Além disso, todo produtor orgânico deve constar no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos e o reconhecimento de todos os sistemas orgânicos de produção, devem atender aos princípios da lei federal nº 10.831/2003.

E você, orienta seus pacientes sobre como buscar alimentos efetivamente orgânicos nas prateleiras? Deixe nos comentários!

 

Fonte: Proteste!

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