O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou, no dia 2 de outubro, que suspendeu a comercialização de 33 marcas de azeite de oliva por adulteração.

Suspensões foram resultado de uma fiscalização pela Operação Íris, que identificou 59 lotes com irregularidades.

Conforme a pasta, a maioria das suspensões ocorreu devido à mistura de óleo de soja e outros óleos de origem desconhecida ao produto.

O órgão informou ainda que as suspensões foram resultado de uma fiscalização pela Operação Íris, que identificou 59 lotes com irregularidades. A operação teve início em 2016, mas lotes irregulares foram coletados durante todo o ano de 2017 e 2018.

As marcas suspensas por fraude, foram: Aldeia da Serra; Barcelona; Casa Medeiros; Casalberto; Conde de Torres; Dom Gamiero; Donana (premium); Flor de Espanha; Galo de Barcelos; Imperador; La Valenciana; Lisboa; Malaguenza; Olivaz; Oliveiras do Conde; Olivenza; One; Paschoeto; Porto Real; Porto Valencia; Pramesa; Quinta da Boa Vista; Rioliva; San Domingos; Serra das Oliveiras; Serra de Montejunto; Temperatta; Torezani (premium); Tradição; Tradição Brasileira; Três Pastores; Vale do Madero e Vale Fértil.

A Proteste! realiza, com frequência, testes de qualidade e pureza em azeites de oliva e lista, em seu site, os produtos aprovados e reprovados.

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Fonte: Veja e Proteste!

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